Um policial civil do município de Ubá, na Zona da Mata de Minas Gerais (MG), foi condenado a quatro anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, em regime semiaberto, por interferir nas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dificultando a obtenção de provas. Ele também terá de pagar 141 dias-multas.
Em sentença proferida na última segunda-feira (16/1), a Justiça, além de condenar o policial por embaraçar diligências, decretou a perda do cargo do agente público.
Segundo as apurações, o policial apagou provas contidas em dispositivos eletrônicos à distância, de forma remota, trazendo prejuízos às apurações criminais.
Líder de milícia
Em outro processo, o mesmo policial já havia sido condenado recentemente a uma pena de 11 anos e três meses de reclusão, em regime fechado, por liderar milícia privada armada.
O condenado, que está preso desde 28 de novembro de 2024, ainda responde outra ação penal na comarca de Ubá, pela prática de 272 crimes de corrupção.
