Nesta terça-feira (17/2), a União Europeia abriu uma investigação formal sobre a Shein, referente à produtos ilegais e ao design potencialmente viciante da plataforma. A medida acalora as tensões entre o bloco e a varejista chinesa, que vem sofrendo represálias após ser acusada de concorrência desleal com o comércio local e de vender bonecas sexuais com aparência infantil, entre outras polêmicas.
Entenda a investigação
A União Europeia segue adotando medidas para apertar o cerco contra a Shein, com o objetivo de fechar brechas fiscais e reforçar regras de segurança e proteção ao consumidor.
O desdobramento mais recente é a abertura de uma investigação formal contra a varejista chinesa, sob suspeita de vender produtos que não cumprem as regras de mercado do bloco, além de averiguar possíveis estratégias digitais que “pressionam” o consumidor a comprar.
A ação investigará práticas como contadores regressivos, avisos de poucas unidades, notificações constantes e mecânicas e interações de recompensa parecidas com jogospresentes na plataforma online chinesa. O movimento ocorre dentro das novas regras digitais da União Europeia, como a Lei de Serviços Digitais, por exemplo.
