A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta sexta-feira (4), para manter a prisão de Padre Egídio de Carvalho Neto. Os ministros Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes acompanharam o voto da relatora, Cármen Lúcia, que já havia negado o pedido da defesa para revogar as medidas cautelares impostas ao religioso.
A ministra destacou que a prisão preventiva segue justificada pela gravidade dos fatos e pela necessidade de desarticular a organização criminosa que, segundo as investigações, era liderada por Egídio.
O padre está em prisão domiciliar desde abril de 2024, após procedimento médico. Ele é acusado de comandar um esquema de desvio milionário de recursos públicos do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.
Ainda faltam votar os ministros Luiz Fux e Flávio Dino.