Corpo de idosa que desapareceu em Bayeux não tinha sinais de violência, diz IPC

Os primeiros exames realizados no corpo de Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, que foi encontrada morta após desaparecer em Bayeux, na Grande João Pessoa, não identificaram sinais de violência física ou sexual. A informação é do médico Flávio Fabres, do Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa, que conversou com a imprensa nesta sexta-feira (8).

Flávio Fabres informou que, até o momento, saíram os resultados de dois exames, um que detecta sinais de violência sexual, o PSA, e outro toxicológico que aponta sinais de envenenamento. Os dois deram negativos.

“A princípio, a gente teve dois exames, o de PSA e o toxicológico, ambos negativos. Então, a gente já começa a ter alguns elementos para a gente poder acrescentar a autópsia ao exame que foi realizado”, explicou.

Na autópsia do corpo, que foi encontrado em avançado estado de decomposição, não foram encontrados sinais de violência física. “Tanto a perícia de local de encontro do corpo quanto a autópsia não evidenciaram sinais de violência”.

O médico do IPC destaca, no entanto, que é importante esperar o resultado de outros exames para determinar a causa da morte. A previsão é

“Vamos aguardar os outros exames saírem. A causa da morte ainda permanece indeterminada a esclarecer e logo mais a gente vai trazer a causa da morte e mostrar para a sociedade o que aconteceu com a dona Milce”, concluiu.

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